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domingo, 22 de abril de 2012

Dilma tem aprovação recorde, mas Lula é favorito para 2014


A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014.

Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

domingo, 4 de março de 2012

PSB estadual e municipal declaram apoio a Serra


A cúpula do PSB de São Paulo se encontra neste domingo (4) com o pré-candidato do PSDB, José Serra, para declarar apoio ao tucano na disputa pela prefeitura da capital.

O PSB paulistano também fechou apoio ao pré-candidato do PSDB.

A decisão dos diretórios estadual e municipal vai contra diretrizes da executiva nacional. Aliado de Lula e da base do governo Dilma, o presidente do PSB, Eduardo Campos, desembarca hoje na capital paulista com a tarefa de levar seu partido a apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad.

O prefeito Gilberto Kassab e o governador Geraldo Alckmin interviram diretamente para angariar o suporte do PSB local à candidatura tucana. Houve uma corrida contra o tempo para fechar com Serra antes da chegada de Campos a São Paulo.

O presidente nacional da sigla já disse, por intermédio da assessoria, que o partido deve fechar com Haddad. Mas resiste a usar a prerrogativa que a executiva tem para decidir na capital de São Paulo.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Novo ministro da Pesca, Crivella diz à rádio que não sabe "nem colocar uma minhoca no anzol"

Senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) vai assumir o Ministério de Pesca no lugar de Luiz Sérgio de Oliveira (PT-RJ). O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29) pelo Palácio do Planalto
Recém nomeado novo ministro da Pesca, o senador Marcelo Crivella (PRB) disse na manhã desta quinta-feira (1º) em entrevista à rádio Estadão/ESPN que seus conhecimentos sobre o assunto da pasta são nulos. "Nem sei colocar uma minhoca no anzol", afirmou ao ser questionado se tinha experiência na pesca. 
O ministro classificou sua nova função como um aprendizado. "Eu preciso aprender muito. Conheço um pouquinho na teoria e muito menos na prática. Vai ser mesmo um intensivão", disse.
No entanto, Crivella ressaltou sua experiência com relação ao que chamou de "espírito público". "Espírito público, político, de saber como as coisas caminham, resolver as controvérsias, eu diria sossegar as vaidades e egos, isso eu tenho boa experiência", declarou. 
A nomeação de Crivella para o ministério da Pesca foi anunciada nesta quarta-feira (29) pela presidente Dilma Rousseff, em substituição a Luiz Sérgio (PT-RJ), que retomará sua cadeira de deputado conquistada na eleição de 2010. O novo ministro assume o cargo nesta sexta-feira (2).
Em nota oficial, Dilma disse que "a mudança permite a incorporação ao gabinete de um importante partido aliado do governo" e destacou a "valiosa contribuição" prestada por Luiz Sérgio ao governo durante sua gestão. 

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Crivella nega que sua indicação tenha relação com eleição em SP


Novo ministro da Pesca, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) negou nesta quarta-feira que seu nome tenha sido escolhido pelo Palácio do Planalto para interferir no cenário da disputa pela Prefeitura de São Paulo e também para amenizar conflitos de setores do governo com os evangélicos. 

Crivella afirmou que a presidente Dilma Rousseff "usou de toda sua genialidade política para abrigar um partido por afinidade" e que a conversa com ela foi "técnica", sem passar pela disputa municipal. 

O PRB tem como pré-candidato em São Paulo o ex-deputado Celso Russomanno. 

"Acho que o PRB em São tem um candidato, que é o Celso Russomano, e em nenhum momento quando a presidente me convidou isso foi aventado. Pelo contrário, só tivemos conversas técnicas", disse. 

O senador afirmou que foi convidado no fim de semana e que Dilma "insistiu em seu nome" e que "ela queria fazer uma homenagem ao povo fluminenese". 

Crivella disse que sua indicação não foi por conta da bancada evangélica. "Faço parte da bancada evangélica e espero que ela consiga cooperar com o governo. Mas eu sou indicado do PRB e não da bancada evangélica, embora tenha muita honra de pertencer a ela." 

O futuro ministro disse esperar que o segmento religioso fique mais próximo do governo. "Sempre trabalhei para dirimir dúvidas e eu faço parte deste o governo. Acho que os resultados deste governo são fabulosos e eu tenho procurado mostrar isso a bancada evangélica." 

Segundo o futuro ministro, o PRB que teve José Alencar como vice do ex-presidente Lula é muito ligado ao governo. O partido tem um senador e 10 deputados. "É uma afinidade de projeto, de comportamento, que nós herdamos do presidente José Alencar." 

Ele afirmou que acompanha o ministério desde 2003. "Meu partido já ocupou uma secretaria com status de ministério, que fez um estudo de metas e que a pesca previa gerar um milhão de empregos, triplicar a produção sustentação da agricultura, duplicar a captura de peixes e duplicar o consumo per capita de peixe no Brasil. Acho que nós devíamos ter uma Embrapa da pesca", disse.