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segunda-feira, 5 de março de 2012

PSB janta com Kassab e faz apelo a Campos por aliança com Serra


O comando do PSB de São Paulo iniciou na noite de domingo um movimento para convencer o presidente nacional do partido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a autorizar a aliança com o ex-governador José Serra na disputa pela Prefeitura da capital.

A operação foi iniciada na noite de domingo (4) durante jantar oferecido pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ao governador, que hoje faz palestra na associação comercial.

Além dos presidentes do PSB estadual, Márcio França, e municipal, Eliseu Gabriel, participaram do jantar os integrantes do conselho político da Associação Comercial, como o vice-governador Guilherme Afif, o ex-ministro Pimenta da Veiga, e os ex-senadores Jorge Bornhausen e Heráclito Fortes.

Nas conversas com Campos, a cúpula do PSB de São Paulo alega que o partido já vinha negociando alianças com o PSB em todo o Estado e que o apoio ao PT representaria uma mudança radical de linha.

domingo, 4 de março de 2012

PSB estadual e municipal declaram apoio a Serra


A cúpula do PSB de São Paulo se encontra neste domingo (4) com o pré-candidato do PSDB, José Serra, para declarar apoio ao tucano na disputa pela prefeitura da capital.

O PSB paulistano também fechou apoio ao pré-candidato do PSDB.

A decisão dos diretórios estadual e municipal vai contra diretrizes da executiva nacional. Aliado de Lula e da base do governo Dilma, o presidente do PSB, Eduardo Campos, desembarca hoje na capital paulista com a tarefa de levar seu partido a apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad.

O prefeito Gilberto Kassab e o governador Geraldo Alckmin interviram diretamente para angariar o suporte do PSB local à candidatura tucana. Houve uma corrida contra o tempo para fechar com Serra antes da chegada de Campos a São Paulo.

O presidente nacional da sigla já disse, por intermédio da assessoria, que o partido deve fechar com Haddad. Mas resiste a usar a prerrogativa que a executiva tem para decidir na capital de São Paulo.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Tiririca se intitula o ‘prefeito do povão’

Tiririca
Saudado como “prefeito” por colegas de Câmara, o deputado Tiririca (PR-SP) já se coloca como uma realidade na disputa eleitoral de São Paulo. A depender do entusiasmo com que tem sido cumprimentado no plenário da Casa, o sucesso nas urnas obtido nas eleições de 2010 (1,3 milhão de votos, recorde histórico) já é considerado nos bastidores. Com direito a slogan adequado ao caráter popularesco da candidatura, possibilidade lançada nesta semana pelo PR.
“‘Prefeito do povão’. O slogan é esse mesmo”, entusiasmou-se Tiririca, depois de ser parado pela deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) com um tratamento peculiar. “Prefeito!”, disse a parlamentar, recentemente acusada de receber propina no esquema de corrupção no GDF desvendado pela Polícia Federal – fato que foi perdoado em plenário pelos pares, em 30 de agosto passado, em votação secreta sobre pedido de cassação de seu mandato.
Depois do cumprimento, Jaqueline recebeu um caloroso abraço do extra-oficial candidato Tiririca. Depois de alguns gracejos, o também humorista da TV Record passou a ser cumprimentado por assessores da deputada – foi quando um deles citou o slogan confirmado pelo parlamentar do PR – legenda que agora se porta como independente em relação ao governo Dilma Rousseff, tendo iniciado a legislatura como membro da base aliada com direito a ministério – Alfredo Nascimento (PR-AM) deixou a pasta em julho de 2011, em meio a acusações de corrupção.
Aproveitando a deixa, o Congresso em Foco conversou por alguns instantes com o deputado Tiririca, que disse não considerar impossível impor derrota a nomes como José Serra, pré-candidato do PSDB, e Fernando Haddad, o nome do PT para a corrida eleitoral. Afinal, lembra, recebeu 1,3 milhão de votos em outubro de 2010. Antes de adentrar o cafezinho do plenário, o parlamentar disse que a decisão não é dele.
“Vamos ver. O povo é que, na verdade, vai decidir isso. Mas, se acontecer [a indicação dele pelo PR], vamos bater de frente nisso aí”, disse Tiririca, confessando que a disputa, menos dois anos depois de ter sido eleito como o deputado mais votado da história, não estava em seus planos. Afinal, durante a campanha ele mesmo disse que ainda precisava aprender o que faz um deputado, para então informar aos seus eleitores. Com uma eventual empreitada para a Prefeitura de São Paulo, Tiririca ainda teria de aprender o que faz um prefeito, mesmo sem ter tido tempo suficiente para apredender o ofício parlamentar (“Ainda não tenho o que dizer ao povo”, admitiu o deputado na semana passada, depois de deixar o plenário).
“Como deputado, eu não queria isso, não. Mas, se ficar decidido, e o povo quiser… O povo é que vai dizer”, acrescentou, repetitivo e reticente, dizendo-se também “muito feliz” e prestigiado pela hipótese da candidatura.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

PR cogita lançar Tiririca para Prefeitura de São Paulo

O deputado Tiririca (PR-SP) durante audiência na Câmara
Deputado Federal Tiririca do PR (SP)

Em meio às negociações de alianças na corrida eleitoral e de mais espaço no governo federal, o PR cogita lançar o deputado Tiririca na disputa pela Prefeitura de São Paulo.

Segundo lideranças da legenda, o movimento tem dois objetivos principais. O primeiro é evitar indisposições tanto com PSDB quanto com o PT. Atualmente, o PR é aliado do prefeito Gilberto Kassab (PSD), mas teria dificuldade em apoiar o tucano José Serra por estar, em âmbito nacional, mais próximo de Dilma Rousseff do que da oposição.

Ao mesmo tempo, caso apoie o petista Fernando Haddad ficaria "a pão e água", segundo palavras de uma liderança do partido, caso Serra ganhasse.

Outra ideia com o lançamento do nome de Tiririca é puxar votos para os vereadores da capital. A cúpula do PR acredita que, na disputa, Tiririca seria um cabo eleitoral mais forte.

Lideranças do PR, porém, negam que as negociações aconteçam para pressionar o Palácio do Planalto a indicar um novo ministro para os Transportes.

Questionado, o deputado diz achar que tem capacidade para administrar a maior cidade do país.

"Acho que isso [a possibilidade de ser candidato] é um reconhecimento do meu trabalho aqui [na Câmara]. De 513 eu sou um dos poucos que nunca faltou. Isso me surpreendeu, mas quem bota lá [quem elege o prefeito] é o povo", disse ele. Segundo Tiririca, sua decisão depende apenas do partido.

As conversas sobre o assunto começaram no Carnaval e devem prosseguir ao longo dessa semana.

"Pela votação dele [Tiririca], ele tem todo o direito de ser candidato. Além disso foi uma surpresa positiva aqui na Câmara", afirmou o líder do PR na Casa, deputado Licoln Portela (MG).

Tiririca foi o deputado federal mais votado do país, com cerca de 430 mil votos somente na capital.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dilma chama Kassab para encontro no Palácio do Planalto


Dias depois de o ex-governador José Serra demonstrar disposição para concorrer à Prefeitura de São Paulo, a presidente Dilma Rousseff chamou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), para uma reunião no Palácio do Planalto.

O encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira (15) e não foi divulgado previamente na agenda oficial de trabalho de ambos. "Sempre que é uma audiência à convite da Presidenta da Republica (...) eu deixo a critério do presidente colocar na agenda. Tinha um pedido meu de audiência há algum tempo e ela, através da sua assessoria, nos ligou marcando uma audiência", justificou o prefeito.

Kassab afirmou que a dívida da cidade com o governo federal e a candidatura de São Paulo para ser sede da Exposição Mundial em 2020 foram os temas do encontro. Ele negou que uma possível aliança entre o seu partido e o PT nas eleições municipais paulistanas tenha sido discutida na reunião, que durou cerca de 40 minutos.

"Seria até uma desconsideração com a presidenta. Eu vim aqui como prefeito de São Paulo, não como líder partidário."

Sucessor de Serra na prefeitura da cidade, Kassab, presidente do PSD, ainda não fechou formalmente uma aliança com o PT, nem com os tucanos. Ele negou estar fazendo jogo duplo.

"Tudo tem o seu tempo. A relação com o PT é muito respeitosa, tem sido muito transparente, muito honesta. As declarações do candidato Fernando Haddad têm sido muito adequadas", elogiou. Segundo ele, "o processo sucessório em São Paulo está se iniciando".

Kassab disse que no plano nacional o PSD é um partido "independente". "O próprio PT entende que a nossa gestão é um gestão do Serra e do Kassab e isso não impede o PT de ter conosco [alianças políticas]", afirmou o prefeito sobre alianças já firmadas entre as duas legendas em alguns municípios.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Vereadores de Bom Conselho lutam pela duplicação da PE-218.

Os vereadores Carlos Alberto (PRTB) e Gilmar Aleixo (PTB), estão realizando em conjunto uma ampla campanha pela duplicação da PE-218, no trecho que liga as cidades de Bom Conselho a Garanhuns, passando pelas cidades de Brejão e Terezinha.

A iniciativa que ganhou o apoio popular, já recebe a adesão de políticos locais e da região. Além de prefeitos das cidades que serão beneficiadas diretamente pela duplicação, o projeto também já foi apresentado pelos vereadores a deputados estaduais, a exemplo de Izaías Régis (PTB) e Daniel Coelho (PSDB).

A campanha de duplicação da PE-218, promovida pelos dois vereadores teve início no final do ano passado. E, para alcançar o objetivo os vereadores Carlos Alberto e Gilmar Aleixo pretendem ampliar as ações em busca de mais apoios para esta luta pela duplicação da PE-218.  

A medida é de grande importância, uma vez que além de trazer progresso e desenvolvimento para a região, melhoraria significativamente o tráfego no local já que por esta estrada circula diariamente uma grande quantidade de veículos, inclusive de carga uma vez que grande parte das mercadorias que entram e saem do Estado, vindas do sul do País passam por este trecho.

A ação dos nobres parlamentares merece o reconhecimento por parte de todos, e mesmo que comentem e afirmem que é uma luta em vão por ser esta uma iniciativa de responsabilidade de um prefeito (a) ou de um deputado (e olhe que já ouvi este tipo de comentário), vale destacar aqui a atitude de ambos os vereadores, que mesmo em partidos diferentes mostram através deste projeto que o importante é trabalhar pelo crescimento do município.

E, se um prefeito (a) ou um deputado não tomam a iniciativa, os vereadores podem muito bem cumprir este papel “de trabalhar”, que, aliás, é algo que falta e em muito a outros em Bom Conselho.

Na foto: Carlos Alberto e Gilmar Aleixo. Foto extraída do blog “Casa da Cidadania”.

Fonte: Blog do Tiago Padilha 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Kassab deixa o PT perplexo e o PSDB indignado


Gilberto Kassab revelou-se um político sólido. Hoje, é enfaticamente a favor de tudo o que ontem atacava com firmeza. E nada impede que, amanhã, recorra a um resoluto vice-versa.
No tempo em que a geladeira era branca, o telefone era preto e o PT era vermelho, Kassab era malufista. Foi secretário de Planejamento da prefeitura de Celso Pitta, mal planejada por Paulo Maluf.
De volta à prefeitura de São Paulo desde 2004 –primeiro como vice do grão-tucano José Serra, depois como titular— Kassab arrostou ataques implacáveis do PT.
Súbito, Kassab fez de Fernando Haddad, o candidato de Lula, sua principal aposta para 2012. Ateou perplexidade no petismo e indignação no tucanato. Deu de ombros. E segue em frente.
A indignação do PSDB perdeu o nexo no instante em que Geraldo Alckmin começou a tricotar um acordo com o PP de Paulo Maluf. A irritação do PT foi rapidamente dissolvida pelo pragmatismo de Lula.
Muitos acusam o PT de falta de miolos. Mas todos reconhecem: guia-se por uma única cabeça. Um cérebro que, no plano federal, levou Dilma do anonimato à Presidência. E, na esfera municipal, tenta guindar Haddad do nada ao comando da mais rica cidade do país.
Nos próximos dias, os contatos telefônicos de Kassab com Haddad e seus operadores resultarão num encontro. Vão à mesa os detalhes de um acerto cada vez menos improvável.
Kassab ajeita o meio de campo. Sob atmosfera amistosa, recepcionou nesta quarta (18) o ministro Alexandre Padilha (Saúde). Recebeu dele a promessa de liberação de R$ 6,4milhões.

A verba financiará a recuperação de dependentes químicos. Injeta Brasília na operação da Cracolândia, até então desenvolvida em parceria exclusiva com o governo tucano de Alckmin.
Kassab serve-se de uma parceria administrativa inatacável para pavimentar suas maquinações políticas. Leva às raias do paroxismo o que dissera ao abandonar o DEM para fundar o PSD, um partido que “não é de direita, de esquerda nem de centro.”
O PSD é a legenda que veio para provar que, em política, o ‘impossível’ está contido no vocábulo ‘possível’. Um observador incauto poderia imaginar o eleitor reagirá mal à incoerência. Tolice.
Lula já provou e Kassab não ignora: o eleitorado brasileiro é um agrupamento de tolos dividido em duas alas. Numa, os que duvidam de tudo. Noutra, os que já não duvidam de nada. Ambos costumam votar a esmo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Presidente do PSDB pede reaproximação com Kassab

Em visita que fará nesta quarta-feira ao governador Geraldo Alckmin, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra (PE), pretende reiterar apelo em favor da reaproximação dos tucanos com Gilberto Kassab.

O prefeito paulistano ofereceu ao ex-presidente Lula uma aliança para o PSD indicar o vice na chapa do candidato petista à Prefeitura de São Pulo, Fernando Haddad.

"Ele [Kassab] sempre esteve conosco e é natural que fique. É uma aliança possível e importante", disse o dirigente tucano.

"O partido está caminhando para as prévias, mas deve manter aberto diálogo com os aliados tradicionais."

A reunião de Guerra com Alckmin ocorre simultaneamente à tentativa do governador montar coalizão eleitoral com PP, PDT e PSB, siglas de improvável alinhamento ao candidato tucano à Presidência em 2014, pois estão instaladas em ministérios de Dilma Rousseff (PT).

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Líder do PSDB se coloca como alternativa para 2014

Há 23 anos, senador paranaense disputou a indicação no PMDB. 
Ulysses Guimarães foi o escolhido na época. 
Foto: Pedro França/Agência Senado

Em entrevista, Álvaro Dias defende a realização de prévias partidárias, diz-se disposto a encarar a corrida presidencial e espera a unidade no ninho tucano com o fim da imposição dos nomes de Aécio Neves e José Serra.
Em 1989, o atual líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias (PR), disputou com Ulysses Guimarães a indicação do PMDB, seu ex-partido, para a Presidência da República. Mas, além do prestígio do “doutor Constituinte”, Dias ainda teria de enfrentar os presidenciáveis peemedebistas Íris Rezende e Waldyr Pires. Sem respaldo da maioria, o então governador do Paraná (1986-1989) saiu do páreo. Vinte e três anos depois, o tucano volta a colocar seu nome como possível candidato à presidência. A intenção é fazer o partido sair da polarização entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-governador de São Paulo José Serra.
“Imposição da cúpula desestimula militância”
Para Álvaro Dias, a imposição dos nomes de Aécio e Serra atrapalha a “unidade partidária”. Por isso, defende a realização de prévias partidárias para a escolha do novo candidato. Nas últimas eleições presidenciais, os candidatos tucanos foram escolhidos por um pequeno grupo, composto em sua maioria por partidários paulistas. Uma vez chamado, o senador garante que encara nova disputa. “Não podemos fugir a esta responsabilidade. O PSDB tem uma enorme responsabilidade, que é apresentar uma proposta alternativa de poder para o país. Uma proposta conseqüente, inteligente, responsável, mas que signifique mudança desta realidade”, afirmou o tucano, em entrevista gravada pelo jornalista José Maria Trindade, da Rádio Jovem Pan, na última quinta-feira (12). Para ele, é o partido quem deve estimular o debate.
“O melhor ambiente para a proposta do debate é a realização de eleições primárias. Assim, todos os postulantes, de perfis diversos, poderão colocar seus nomes para que o debate ocorra. Nós vamos revitalizar o partido, conferindo a ele uma maior organização, com filiações em massa. Nós vamos, certamente, construir uma unidade – porque quem participa de um processo democrático não tem autoridade moral e política para ser dissidente”, acrescentou Dias.
Álvaro Dias acredita que o partido deve começar agora, quase três anos antes das eleições de 2014, a discutir os nomes para a corrida presidencial. Na visão dele, é preciso produzir um “ambiente de convocação” que legitime a escolha do presidenciável tucano. Nesse sentido, a convocação de eleições primárias, ou prévias partidárias, deve indicar o perfil ideal da candidatura.
“Acho que o PSDB tem o dever de, logo no início das atividades deste ano, definir o modelo de escolha do candidato à Presidência da República, optando pela democratização do processo. Usando esse expediente das eleições primárias, que envolveriam todos os militantes do partido. Eles não seriam convocados apenas para aplaudir no dia da convenção”, defendeu. O tucano sugere que os pré-candidatos poderiam, no processo de disputa, multiplicar os procedimentos de filiação em massa, em estratégia que levaria à unidade do PSDB.
“Ainda não fui chamado”

Líder do PSDB desde que seu antecessor no posto, Arthur Virgílio (AM), não conseguiu se reeleger em 2010, Álvaro Dias iniciou a carreira política como vereador, em 1968, pelo antigo MDB. Em sua trajetória no Legislativo e Executivo estaduais, até chegar ao Senado, Álvaro integrou partidos de diferentes correntes ideológicas, como PMDB, PST e PDT. A pluralidade não o impede, diz, de ser o representante do PSDB nas eleições presidenciais de 2014.
“É preciso consultar os militantes. Tenho a cautela de não antecipar as decisões pessoais. Não cabe priorizar uma ambição pessoal. É necessário convocação”, ponderou o senador ao Congresso em Foco, acrescentando que o cronograma do partido deve obedecer à definição do processo de escolha, em busca de um perfil ideal, e à valorização da militância. “Se eu fosse chamado [pela maioria do PSDB], atenderia. Mas ainda não fui chamado.”

Na ausência dos demais líderes oposicionistas no Senado – como Aécio Neves, José Agripino (DEM-RN) e o líder demista Demóstenes Torres (GO) –, o paranaense foi a voz isolada entre os senadores a contestar o ministro, respaldado pela ampla maioria governista na comissão – ele é o único senador da oposição a integrar o colegiado. Autor de um dos requerimentos de convocação de Bezerra, o tucano se valeu dos holofotes do plenário para marcar posição em um cenário de oposição mais forte entre os deputados, com as presenças de Rodrigo Maia (RJ), ex-presidente nacional do DEM, e do líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP).


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Quase metade dos governadores está na mira do TSE




Cassado pelo TRE-RR, governador Anchieta deposita esperanças no TSE. Foto: Antonio Cruz/ABr




Tribunal Superior Eleitoral deve julgar, em 2012, processos que pedem a cassação do mandato de 12 dos 27 governadores.
Está nas mãos dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o futuro de quase metade dos governadores brasileiros. Dos 27 chefes estaduais do Executivo, 12 são alvos de ações na corte eleitoral e correm, em maior ou menor grau, o risco de perder o mandato. A maioria dos processos foi movida pelo Ministério Público Eleitoral dos respectivos estados e por candidatos derrotados que acusam os governadores de abuso de poder econômico e político, entre outras coisas.
Dois desses 12 governadores já foram julgados, mas ainda não se livraram completamente das acusações. Teotônio Vilela (PSDB), de Alagoas, José de Anchieta Junior (PSDB), de Roraima, foram absolvidos pelo TSE no ano passado, mas ainda enfrentam recursos contra expedição de diploma (RCED), peça processual característica do TSE.
A situação de Anchieta é a mais delicada. O tucano foi cassado duas vezes pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR). A primeira decisão ele conseguiu reverter no TSE. Porém, no fim do ano passado, a corte eleitoral local, mais uma vez, cassou seu mandato. Os juízes determinaram que ele ficasse no cargo até a análise de eventuais recursos apresentados pela sua defesa. Na corte superior, o roraimense aguarda o julgamento de um recurso contra expedição de diploma (RCED).
Os outros dez governadores à espera de julgamento no TSE são: Tião Viana (PT-AC); Omar Aziz (PSD-AM); Cid Gomes (PSB-CE); André Puccinelli (PMDB-MS); Roseana Sarney (PMDB-MA); Antonio Anastasia (PSDB-MG); Wilson Martins (PSB-PI); Sérgio Cabral (PMDB-RJ); Marcelo Déda (PT-SE), e Siqueira Campos (PSDB-TO). Desses processos, o mais recente é o que corre contra o governador de Sergipe por uso da máquina pública em sua campanha à reeleição. Déda foi absolvido pelo TRE-SE, mas a decisão virou objeto de recurso apresentado no Tribunal Superior Eleitoral no último dia 27.
Absolvição e morosidade
O número de governadores processados no TSE só não é maior porque o tribunal julgou e absolveu, em 27 de outubro, a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini (DEM). Ela era acusada pelo ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), candidato derrotado à reeleição, de abusos de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social e gastos ilícitos de campanha na corrida eleitoral do ano passado.
Mesmo em um ritmo mais rápido do que a Justiça comum, o TSE tem levado, em média, entre um e dois anos para julgar um chefe de Executivo local. Muito disso por conta do processo estabelecido na corte. Governador e vice apresentam suas defesas separadamente. Também têm direito, cada um, a indicar testemunhas para serem ouvidas. A partir daí, quem acusa, seja algum partido político ou o Ministério Público Eleitoral, tem a obrigação de comprovar os fatos imputados aos acusados, seja por prova material ou testemunhal.
Outro fator que diminui a possibilidade de julgar com mais celeridade é a quantidade de processos que chegam ao TSE. Somente no plenário foram concedidas 4,6 mil decisões ano passado. Este número corresponde às posições tomadas pelo colegiado. Individualmente, os ministros decidiram 7,9 mil casos.

Em crise com governo, PSB ataca PT e flerta com tucanos

Em crise com o governo de Dilma Rousseff, o PSB traça planos para se descolar do PT e reforçar os laços com a oposição tucana nas eleições municipais, informa reportagem de Maria Clara Cabral, Andréia Sadi e Bernardo Mello Franco, publicada na Folha desta quinta-feira (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

A relação entre socialistas e petistas se deteriora em meio ao tiroteio contra o ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), aliado do governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos.

Campos tem dito a aliados estar certo da participação do PT no bombardeio ao afilhado.

O ministro depõe hoje no Congresso sobre as acusações de nepotismo e favorecimento a Pernambuco na liberação de recursos federais.

Leia a reportagem completa na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Silvino e Aurora se mantêm focados na pré-candidatura tucana


O casal Silvino Duarte e Aurora Cristina, ambos do PSDB, tem mantido uma postura comedida diante do “disse-me-disse” no que diz respeito a especulações sobre aproximação do prefeito Luiz Carlos de Oliveira (PDT).
Aliás, os tucanos estão comedidos diante de qualquer polêmica que tenha surgido no meio político nos últimos tempos em Garanhuns. Ter participado do “não” à candidatura do prefeito de Lajedo não fez deles intransigentes bairristas.
Sendo até o momento Aurora a real pré-candidata na sucessão municipal, Silvino tem preocupado em se afastar de qualquer circunstância que não tenha como foco a caminhada do partido nas eleições municipais.
Fonte: Agenda Garanhuns

domingo, 25 de dezembro de 2011

EXCLUSIVO: Dando inicio a estratégia de afastamento do Governador Eduardo Campos (PSB), Presidenta Dilma Rousseff (PT) cancela todas as últimas tentativas de Eduardo lhe trazer ao Estado

Dilma Rousseff (PT) e Eduardo Campos (PSB)

Para estranhamento de todos, a presidenta Dilma Rousseff (PT), tem cancelado sucessivamente todas as tentativas do governador Eduardo Campos (PSB), de trazê-la a Pernambuco, para participar de solenidades ao seu lado. Dentre elas, uma no Teatro Santa Isabel, para entrega de medalhas da Ordem do Mérito do Ministério da Cultura, que aconteceu no último dia 9 de novembro. Depois, de acordo com alguns aliados, a visita teria sido remarcada para o dia 22 do mesmo mês, e posteriormente, adiada para o dia 25. Mas, de acordo com o site da imprensa do Palácio do Planalto, a presidenta estaria nesta mesma data em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Tendo mais uma vez frustrado a expectativa de todos que a esperavam. Como noticiado pela imprensa Pernambucana.

Por último, Eduardo Campos (PSB), ainda teria tentado trazê-la no último dia 08, para a inauguração do Hospital Pelópidas Silveira, no Curado, as margens da BR 232. Mas, mais uma vez sem sucesso. Dilma teria simplesmente dito que não poderia vim, mandado o seu ministro da saúde ao evento. 

De acordo com o dirigente do PT que participou da reunião fechada para pouco mais de 200 lideranças da CNB (Construindo um Novo Brasil), corrente majoritária do PT em Pernambuco, realizada nessa última quinta-feira (22). Foi dito de público que a orientação da presidenta Dilma Rousseff (PT), é evitar qualquer tipo de compromisso seu ao lado de Eduardo Campos (PSB), pois ela já teria percebido que estava “alimentado uma cobra para depois lhe morder”, segundo o dirigente.

“O Governador conseguiu extrapolar todos os limites do aceitável. Na politica existe uma expressão que se diz que o individuo esta comendo em dois hotéis, que é quando o camarada esta jogando nos dois times, fazendo jogo duplo, pois é isto que Eduardo esta fazendo, almoça com o PT e janta com o PSDB, e isto a presidenta já percebeu”, diz o dirigente. E continua: “A única coisa que hoje ainda segura o PT de publico ao lado de Eduardo, é o ex-presidente Lula, mas ele também já esta começando a perceber quem é o Eduardo”. 

Um assunto que também teria sido dito a portas fechadas na reunião, é que Lula teria ficado muito magoado com a revelação de Aécio Neves (PSDB), de que Eduardo Campos (PSB), o teria procurado em 2006, para se lançar junto com Aécio, numa chapa a presidência da republica contra ele, no auge da crise do mensalão, como dito pelo próprio Aécio em entrevista recente ao repórter Kennedy Alencar, do Jornal Folha de São Paulo, na Rede TV. 

“Eduardo botou na cabeça, que tem de ser candidato a presidente ou a vice a qualquer custo, mesmo que para isto, tenha até que trair o ex-presidente Lula”, diz o dirigente presente na reunião.

Fonte: Blog do Kleber Cisneiros



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

“As pré-candidaturas de Izaías e Zé da Luz não vingarão”, diz Camelo







O engenheiro Paulo Camelo (PSOL), pré-candidato a Prefeito de Garanhuns, disse ao blog acreditar que as atuais pré-candidaturas de Izaías Régis (PTB) e de Zé da Luz (PHS) não chegarão a vingar, até o período eleitoral da eleições de 2012. Segundo ele, “como os dois estão sob a batuta do governador, este os levará a desmontar o circo”.
Camelo acredita que no pleito do próximo ano só irão disputar o Palácio Celso Galvão três nomes: o dele próprio, o Aurora Cristina/Silvino (PSDB) e o de Antônio João Dourado (PSB).
“É natural que seja assim. O PSB local, bem como o PTB, estão rendidos pela Frente Popular, o que quer dizer que eles, como alguns partidos nanicos, se concentrarão do palanque do Governo do Estado”, afirmou Paulo.

domingo, 11 de dezembro de 2011

VEREADOR CARLOS ALBERTO GANHA APOIO DE DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE PERNAMBUCO EM PROL DA DUPLICAÇÃO DA PE - 218




 O ParlamentarDaniel Coelho (PSDB), parabenizou os vereadores Carlos Alberto (PRTB) e Gilmar Aleixo (PTB) pela iniciativa, e destacou a importância que a duplicação da PE - 218 trará aos municípios de Bom Conselho, Terezinha, Brejão e Garanhuns, reduzindo consideravelmente acidentes envolvendo veículos auto motores, tendo em vista que a rodovia em muitos trechos não há acostamentos. Daniel em conversa com o vereador Carlos Alberto também destacou, que tal investimento, possibilitará implantação de mais industrias e de novas empresas em diversos seguimentos.






 O Deputado Izaías Regis (PTB), também fez questão de participar desse pleito popular e revelou ao vereador Carlos Alberto (PRTB) que iniciativa como essa fortalece o agreste meridional, e parabenizou pela iniciativa dos nossos edis, Regis lembrou que a exemplo da Empresa Frangos Nattos, que pretende produzir embutido no municipio de Brejão, possibilitará novos investimentos para nossa região. 




"É Carlos Alberto e Gilmar Aleixo,
Unidos, por uma Bom Conselho Melhor "



TRABALHO DE VERDADE!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Senador terá que devolver passaporte diplomático de bispo

Primeiro-secretário do Senado, o senador Cícero Lucena (PSDB-PB) disse nesta terça-feira (29) que o colega Marcelo Crivella (PRB-RJ) terá que devolver o passaporte diplomático que solicitou para o líder da Igreja Internacional da Graça de Deus, R. R. Soares, e sua mulher Maria Magdalena B. R. Soares.

Hoje, a Mesa Diretora do Senado decidiu que irá publicar uma portaria proibindo os senadores de requisitarem o documento para terceiros. A devolução deve ocorrer após a publicação do ato com as novas normas.

A proposta mantém previsão para que cada parlamentar solicite esse tipo de passaporte apenas para sua esposa e seus filhos menores de idade.

Questionado se a medida será retroativa, o tucano disse não ter dúvidas. "Claro. Esse documento não foi pedido pelo Senado", disse.
O senador argumentou ainda que o "Itamaraty terá que localizar o documento do Senado" pedindo os passaportes.

Os documentos do bispo e sua mulher foram renovados em nome do Senado, mas a pedido de Crivella, que fez o ofício diretamente sem passar pelo aval do comando do Senado.

Crivella disse que tomou a iniciativa para garantir isonomia de tratamento as lideranças religiosas, uma vez que bispos católicos também podem requerer o documento especial. O senador disse que o pedido tem relevância social.