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segunda-feira, 5 de março de 2012

PSB janta com Kassab e faz apelo a Campos por aliança com Serra


O comando do PSB de São Paulo iniciou na noite de domingo um movimento para convencer o presidente nacional do partido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, a autorizar a aliança com o ex-governador José Serra na disputa pela Prefeitura da capital.

A operação foi iniciada na noite de domingo (4) durante jantar oferecido pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ao governador, que hoje faz palestra na associação comercial.

Além dos presidentes do PSB estadual, Márcio França, e municipal, Eliseu Gabriel, participaram do jantar os integrantes do conselho político da Associação Comercial, como o vice-governador Guilherme Afif, o ex-ministro Pimenta da Veiga, e os ex-senadores Jorge Bornhausen e Heráclito Fortes.

Nas conversas com Campos, a cúpula do PSB de São Paulo alega que o partido já vinha negociando alianças com o PSB em todo o Estado e que o apoio ao PT representaria uma mudança radical de linha.

domingo, 4 de março de 2012

PSB estadual e municipal declaram apoio a Serra


A cúpula do PSB de São Paulo se encontra neste domingo (4) com o pré-candidato do PSDB, José Serra, para declarar apoio ao tucano na disputa pela prefeitura da capital.

O PSB paulistano também fechou apoio ao pré-candidato do PSDB.

A decisão dos diretórios estadual e municipal vai contra diretrizes da executiva nacional. Aliado de Lula e da base do governo Dilma, o presidente do PSB, Eduardo Campos, desembarca hoje na capital paulista com a tarefa de levar seu partido a apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad.

O prefeito Gilberto Kassab e o governador Geraldo Alckmin interviram diretamente para angariar o suporte do PSB local à candidatura tucana. Houve uma corrida contra o tempo para fechar com Serra antes da chegada de Campos a São Paulo.

O presidente nacional da sigla já disse, por intermédio da assessoria, que o partido deve fechar com Haddad. Mas resiste a usar a prerrogativa que a executiva tem para decidir na capital de São Paulo.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Tiririca se intitula o ‘prefeito do povão’

Tiririca
Saudado como “prefeito” por colegas de Câmara, o deputado Tiririca (PR-SP) já se coloca como uma realidade na disputa eleitoral de São Paulo. A depender do entusiasmo com que tem sido cumprimentado no plenário da Casa, o sucesso nas urnas obtido nas eleições de 2010 (1,3 milhão de votos, recorde histórico) já é considerado nos bastidores. Com direito a slogan adequado ao caráter popularesco da candidatura, possibilidade lançada nesta semana pelo PR.
“‘Prefeito do povão’. O slogan é esse mesmo”, entusiasmou-se Tiririca, depois de ser parado pela deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) com um tratamento peculiar. “Prefeito!”, disse a parlamentar, recentemente acusada de receber propina no esquema de corrupção no GDF desvendado pela Polícia Federal – fato que foi perdoado em plenário pelos pares, em 30 de agosto passado, em votação secreta sobre pedido de cassação de seu mandato.
Depois do cumprimento, Jaqueline recebeu um caloroso abraço do extra-oficial candidato Tiririca. Depois de alguns gracejos, o também humorista da TV Record passou a ser cumprimentado por assessores da deputada – foi quando um deles citou o slogan confirmado pelo parlamentar do PR – legenda que agora se porta como independente em relação ao governo Dilma Rousseff, tendo iniciado a legislatura como membro da base aliada com direito a ministério – Alfredo Nascimento (PR-AM) deixou a pasta em julho de 2011, em meio a acusações de corrupção.
Aproveitando a deixa, o Congresso em Foco conversou por alguns instantes com o deputado Tiririca, que disse não considerar impossível impor derrota a nomes como José Serra, pré-candidato do PSDB, e Fernando Haddad, o nome do PT para a corrida eleitoral. Afinal, lembra, recebeu 1,3 milhão de votos em outubro de 2010. Antes de adentrar o cafezinho do plenário, o parlamentar disse que a decisão não é dele.
“Vamos ver. O povo é que, na verdade, vai decidir isso. Mas, se acontecer [a indicação dele pelo PR], vamos bater de frente nisso aí”, disse Tiririca, confessando que a disputa, menos dois anos depois de ter sido eleito como o deputado mais votado da história, não estava em seus planos. Afinal, durante a campanha ele mesmo disse que ainda precisava aprender o que faz um deputado, para então informar aos seus eleitores. Com uma eventual empreitada para a Prefeitura de São Paulo, Tiririca ainda teria de aprender o que faz um prefeito, mesmo sem ter tido tempo suficiente para apredender o ofício parlamentar (“Ainda não tenho o que dizer ao povo”, admitiu o deputado na semana passada, depois de deixar o plenário).
“Como deputado, eu não queria isso, não. Mas, se ficar decidido, e o povo quiser… O povo é que vai dizer”, acrescentou, repetitivo e reticente, dizendo-se também “muito feliz” e prestigiado pela hipótese da candidatura.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dilma chama Kassab para encontro no Palácio do Planalto


Dias depois de o ex-governador José Serra demonstrar disposição para concorrer à Prefeitura de São Paulo, a presidente Dilma Rousseff chamou o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), para uma reunião no Palácio do Planalto.

O encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira (15) e não foi divulgado previamente na agenda oficial de trabalho de ambos. "Sempre que é uma audiência à convite da Presidenta da Republica (...) eu deixo a critério do presidente colocar na agenda. Tinha um pedido meu de audiência há algum tempo e ela, através da sua assessoria, nos ligou marcando uma audiência", justificou o prefeito.

Kassab afirmou que a dívida da cidade com o governo federal e a candidatura de São Paulo para ser sede da Exposição Mundial em 2020 foram os temas do encontro. Ele negou que uma possível aliança entre o seu partido e o PT nas eleições municipais paulistanas tenha sido discutida na reunião, que durou cerca de 40 minutos.

"Seria até uma desconsideração com a presidenta. Eu vim aqui como prefeito de São Paulo, não como líder partidário."

Sucessor de Serra na prefeitura da cidade, Kassab, presidente do PSD, ainda não fechou formalmente uma aliança com o PT, nem com os tucanos. Ele negou estar fazendo jogo duplo.

"Tudo tem o seu tempo. A relação com o PT é muito respeitosa, tem sido muito transparente, muito honesta. As declarações do candidato Fernando Haddad têm sido muito adequadas", elogiou. Segundo ele, "o processo sucessório em São Paulo está se iniciando".

Kassab disse que no plano nacional o PSD é um partido "independente". "O próprio PT entende que a nossa gestão é um gestão do Serra e do Kassab e isso não impede o PT de ter conosco [alianças políticas]", afirmou o prefeito sobre alianças já firmadas entre as duas legendas em alguns municípios.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Leitores do Blog Agenda Garanhuns querem que Givaldo Calado seja o candidato do PSB em Garanhuns

Ao encerrarmos enquete realizada em nosso blog, que buscava sondar a opinião do leitor quanto a quem seria o melhor nome para disputar a sucessão municipal em Garanhuns pelo PSB, com 35% dos votos, o ex-vereador Givaldo Calado de Freitas (foto) foi o escolhido, vencendo com boa diferença.
Em segundo lugar ficou o prefeito de Lajedo, Antônio João Dourado, com 29%; seguido do médico Márcio Quirino, com 17%. Na quarta colocação ficou o veterinário Nivaldo Azevedo, com 15%; e, por último, o empresário Emanuel Rocha, com 4%.
A enquete, que lançou a pergunta “Quem você acha que o PSB de Garanhuns deve escolher como candidato a Prefeito?”, deu direito de voto a 350 e-leitores do blog, durante esta semana, cada um optando por apenas um nome.
Fonte: Blog Agenda Garanhuns

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Bezerra vê acirramento eleitoral como origem de denúncias



O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, rejeitou nesta segunda-feira as denúncias de que teria privilegiado seu filho, o deputado federal Fernando Coelho Filho, no empenho de emendas parlamentares individuais, e declarou que as recentes acusações contra ele são infundadas, com origem no acirramento eleitoral.

Nos últimos dias, Bezerra tem sido alvo de denúncias na imprensa que o acusam também de ter favorecido seu Estado, Pernambuco, no direcionamento de verbas do ministério, e de ter comprado um mesmo terreno duas vezes, quando prefeito de Petrolina (PE).

Bezerra creditou as denúncias ao "acirramento político em Petrolina", "pela aproximação da disputa política municipal". Ele já foi prefeito da cidade três vezes, mas transferiu recentemente seu domicílio eleitoral para Recife.

O filho do ministro é possível candidato à Prefeitura de Petrolina na eleição deste ano, enquanto Bezerra é a principal opção do PSB caso o partido decida lançar candidato à prefeitura da capital de Pernambuco, Estado governado pelo socialista Eduardo Campos, presidente nacional da sigla.

"Assim, é natural que, em meio da proeminência de alguns familiares, a cidade possua grupos políticos de oposição, que divulgam qualquer fato como se verdadeiro fosse e que se utilizam de qualquer órgão de controle para apresentar denúncias sem fundamento, mas que dão noticiário e terminam por ser objeto de investigação", disse Bezerra em uma das três notas divulgadas pelo ministério.

O Palácio do Planalto vem trabalhando para blindar Bezerra das denúncias tendo em vista alianças para a eleição municipal de Recife, cidade atualmente governada pelo PT. Petistas e socialistas são aliados tanto na prefeitura de Recife como no governo de Pernambuco.

Na manhã de hoje, Bezerra e a presidente Dilma Rousseff tiveram um primeiro encontro desde que o ministro se tornou alvo de suspeitas. Os dois se reuniram, ao lado de outros ministros, para discutir as chuvas na região Sudeste do país, que afetam principalmente os Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os esclarecimentos do ministro foram divulgados após o início desta reunião.

Em relação a suposto favorecimento ao seu filho, o ministro afirmou que 138 parlamentares tiveram emendas empenhadas, ou 62 por cento do total de parlamentares com emendas destinadas ao ministério e vinculadas.

"Em relação ao deputado federal Fernando Coelho Filho informa-se que em 2011 o parlamentar teve suas emendas ao orçamento do ministério empenhadas em percentual equivalente a outros 53 parlamentares", disse. "Ou seja, não é correta a afirmação de que houve suposto favorecimento".

Sobre a dupla compra de um terreno em Petrolina, publicada pela Folha nesta segunda-feira, Bezerra atribuiu a um erro procedimental, já que a primeira aquisição não teria sido registrada no Cadastro Imobiliário do Município e no Registro Geral de Imóveis, e que os valores foram restituídos à Prefeitura.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Quem tem projetos para Garanhuns?

É lugar comum entre a maioria dos partidos políticos, em Garanhuns, o discurso de elaboração de um projeto para a cidade, antes de escolher quem será o candidato para representar a legenda na sucessão municipal.
Há bastante tempo que este clichê vem se arrastando. Resultado é que já tem partido que mantém há mais de um ano esta conversa, de “construção de um projeto”, e não tem feito nada senão manter a “cantiga de grilo”.
É certo que um projeto desta amplitude não se elabora da noite para o dia. No entanto, não adianta só chegar com promessa de projetos às vésperas das eleições. E mesmo assim, ficar na promessa. Desta forma, a pouco menos de um ano para escolha do novo Prefeito, nenhum partido ou pré-candidato demonstra ter nenhuma macro-proposta para Garanhuns.
Fonte: Agenda Garanhuns 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Luiz Carlos e o projeto político do PDT







Contando com escudeiros como os vereadores Marcelo Marçal e Zaqueu Naum, e os secretários Júlio César (Saúde e Assistência Social) e Ornilo Lundgren (Desenvolvimento Econômico), em seu partido, o Prefeito de Garanhuns, Luiz Carlos de Oliveira (PDT), ainda não sinalizou como a legenda se organizará no município, visando a sucessão municipal.
Existem especulações de que ele não abre mão de que o PDT venha a encabeçar chapa. Por outro lado, não se sabe até que ponto Luiz é capaz de levar essa ideia até o fim, sem necessariamente “embaralhar as cartas” conforme o diálogo com outros partidos e possíveis aliados. A princípio, os pedetistas vêm marchando com siglas como o PSC, podendo surgir daí um novo projeto político.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Em tom de despedida, Haddad diz que sai do MEC logo



Pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, o ministro Fernando Haddad (Educação) fez um discurso de despedida hoje, durante a entrega do 5º Prêmio Professores do Brasil, em Brasília. Haddad anunciou que sai do Ministério da Educação (MEC) nas "próximas semanas", sem fixar uma data.

"Estou há oito anos no MEC, estou deixando (a pasta) nas próximas semanas e posso dizer a vocês que foi a fase mais gratificante da minha vida verificar esse despertar, não só dos educadores que sempre valorizaram a sua profissão, mas o despertar dos não educadores, que tem outras profissões, atuam em outras áreas, o despertar da nossa nação, requisito indispensável para o nosso desenvolvimento sustentável", discursou o ministro.

De acordo com o ministro, "tivemos uma década boa que se encerrou em 2010". "Vamos em algum momento, olhar esse período e reconhecer o despertar do Brasil para a educação", disse Haddad.

Em entrevista depois da cerimônia, Haddad disse que ainda não tem uma data para deixar o MEC. "Não tenho a data, estou trabalhando com o mês de janeiro, estou subordinado a uma decisão da presidenta e vou respeitar o calendário que ela estabelecer", comentou.

Ao comentar a última pesquisa Datafolha, Haddad afirmou que os números apontam que os candidatos ainda são pouco conhecidos e "há um sentimento pela mudança" entre os moradores de São Paulo. "Vamos apresentar o programa de governo com nosso cabo eleitoral (Lula), sintonizado com esse sentimento", disse.

O ministro aparece na pesquisa com intenções de voto que variam de 3% a 4%, dependendo do cenário. O levantamento mostra que 48% dos eleitores poderiam votar em um candidato indicado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Questionado se poderia repetir em São Paulo o desempenho nacional da presidente Dilma Rousseff - que era pouco conhecida entre o eleitorado e melhorou o desempenho após a associação de sua imagem à de Lula - o ministro respondeu: "Ainda está muito cedo para dizer".

Fonte: Agência Estado

Prefeito Luiz Carlos diz que vai prestar contas do que fez até agora

 Em entrevista ao radialista Luciano André, da rádio Marano, o Prefeito de Garanhuns, Luiz Carlos de Oliveira (PDT) prometeu que até o fim do ano irá procurar algumas rádios da cidade para prestar contas do que fez no seu governo durante estes 7 anos.

“Vamos ao rádio manifestar nossa alegria por esse tempo de natal e faremos uma prestação de contas do que fizemos até agora em nossa gestão”, assegurou.
De acordo com Luiz, o seu governo fez muito, mas talvez tenha divulgado pouco. O prefeito destacou ainda que vai às rádios principalmente pra dizer da dificuldade que houve em sua administração para receber recursos do governo federal, sendo esta uma realidade de quase toda prefeitura nos dias atuais, segundo ele.
“Temos projetos que ainda estão aguardando liberação de recursos, e, mesmo assim, estamos buscando executar com investimentos do município”, revelou.
Por fim, quando perguntado se já escolheu quem apoiará na sucessão municipal, no próximo ano, Luiz disse que só tratará disso em 2012.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

“Tenho currículo que me permite ser prefeito de Garanhuns”, diz Antônio João

 O prefeito de Lajedo, Antônio João Dourado (PSB), que se coloca como pré-candidato a Prefeito de Garanhuns, foi muito cauteloso com suas palavras, na reunião do PSB local, no sábado passado (19), chegando de mansinho, com o discurso de que queria ser mais um pré-candidato para disputar “democraticamente” na legenda possibilidade de ser candidato a Prefeito.
Nos bastidores, em reportagem ao Diário de Pernambuco, nesta terça-feira (22), Dourado declarou que sua postulação à Prefeitura de Garanhuns é legítima e sem volta. “A minha postulação é irreversível. O sentimento da população não é o mesmo que noticiaram. Isso foi muito mais uma questão das lideranças políticas”, argumentou Dourado ao jornal da capital pernambucana.
Segundo ele, possui currículo que lhe permite ser prefeito de Garanhuns. “Tenho currículo que me permite ser prefeito de lá”, teria dito ele ao Diário. No que diz respeito à possível disputa que pode travar com o deputado estadual Izaías Regis (PTB), Antônio João disse que não tem nenhuma divergência. “Eu me dou bem com ele. A disputa vai ficar no campo político apenas”, ressaltou.
Crédito da foto: Marcelo Soares/Esp. DP/D. 

Fonte: Blog Agenda Garanhuns